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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

WE CAN DO IT!


Há tempos as mulheres sofreram discriminações, na área da política e social também uma vez que não eram consideradas cidadãs e a única atividade que exerciam era a de cuidar da casa e dos filhos. Os tempos mudaram, porém a mulher ainda sofre de males, como por exemplo, o abuso e a violência.
Não são raras as aparições de reportagens e depoimentos de mulheres que sofreram e sofrem com isso: desde pais a chefes, de maridos a médicos. Infelizmente, a justiça pouco faz para evitar essas situações, deixando-as sem saber como agir, muitas vezes guardando seu sofrimento pra si mesma por anos, ou até mesmo para sempre.
A mulher é polivalente. É corajosa e batalhadora. Age com classe e defende seus ideais com unhas e dentes. Tem conquistado seu lugar na sociedade pouco a pouco, mas ainda é normal ver casos de países com altos índices de desigualdade socioeconômicas entre gêneros.
A participação econômica, igualdade de remuneração, oportunidades econômicas, presença em cargos decisórios, acesso a educação e a saúde são fatores que ainda deixam a desejar. O preconceito com a mulher ainda existe, e acaba piorando quando pessoas afirmam e agem como se vivêssemos em uma sociedade onde o homem é o melhor e representa o poder. O que todas nós sabemos que não é verdade, afinal, o que é o homem sem uma mulher? Eu faço questão de responder: NADA!

Autora: Bárbara Venturini, 3o colegial, 2009.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A MULHER E O SEU ESPAÇO NA SOCIEDADE


A mulher contemporânea é na realidade um verdadeiro “bombril”, ou seja, possui mil e uma utilidades, pois ao ser incorporada ao mercado de trabalho, alé de exercer com louvor as suas funções profissionais, continua exercendo seus trabalhos de esposa, mãe e filha.
Porém, infelizmente, a sociedade ainda é muito desigual, pois mesmo as mulheres trabalhando tanto quanto os homens, seu salário continua sendo inferior, mostrando-nos que além de desigual, a sociedade ainda é muito machista; e mesmo enfrentando essa desigualdade, elas conseguem ser mais forte do que nós, os homens, afinal, elas já nascem com esse instinto de cuidado, agilidade e garra.
De um modo fenomenal, as mulheres se destacaram na história, ocupando espaços e direitos que antes pertenciam somente aos homens, como o direito de votar; no Brasil, por exemplo, a população é de 169.799.170 habitantes, sendo que 86.223.155 de mulheres compõe esse número, ou seja, elas correspondem a muito no que diz respeito à escolha de um líder social, como um presidente; daí podemos concluir que se não estamos mais avançados no ponto de vista social, é por conta de preconceitos sem fundamentos, como o machismo.

Autor: Edvam Filho, 3o colegial, 2009.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

MALABARIZANDO


Apesar das conquistas dos movimentos feministas, ainda tem empresas onde determinados cargos só são ocupados por homens, ainda tem lugar onde o salário do homem é maior do que o da mulher para a mesma função, mulher ainda ouve que seu lugar é na cozinha e, se um homem estiver dirigindo e o carro da frente tiver uma condução indevida, ainda se ouve que quem deve estar dirigindo só pode ser uma mulher.
Mas as mulheres, apesar de não receberem sua devida valorização, sustentam muitas famílias, trabalhando dentro e fora de casa. Somado à sua dupla jornada, elas tem que ter tempo para cuidar do marido, dos filhos, do pai, da mãe, fazer visitas sociais e, é claro, cuidar de si mesmas.
A mulher atual é uma malabarista, que diariamente precisa fazer milagre para dividir seu tempo entre todas as suas mil atividades. Sua mente está sempre pensando no que precisa ser realizado, planejando e organizando tudo para que nada fique sem ser feito ou sem receber sua devida atenção.
A mulher moderna é senhora do próprio desejo, é anti-santa e nem sempre mãe. Ela se assume como dona do corpo, ocupa espaço no mercado e administra o tempo. A mulher atual usa o corpo como bem entende. Pode ser na malhação ou nos centros de cirurgia plástica. Ela ainda aproveita as conquistas das mulheres da década de 1970, como a pílula anticoncepcional e o amor-livre. A mulher que se conhece hoje está além do lar. Ela não quer ser dona-de-casa e também não quer ter um trabalho de faz-de-conta. A mulher investe no estudo e na carreira profissional porque deseja respeito e poder.
Continuamos a enfrentar o desafio da realização da justiça social, no sentido de encurtar, para todas as mulheres, a distância entre as conquistas legais e a realidade. Mas as mulheres buscam, à cada dia, seu lugar ao sol. As mulheres não se conformam com um "não", elas o enfrentam pois sabem que, se chegaram até aqui, conseguem ir muito mais além.

Autora: Mayara Popoletti, 3o colegial, 2009.